A Intermediação de Maria Mãe dos Homens
para nos levar ao Cordeiro de Deus

'O ROSÁRIO É A VIDA DE CRISTO CONTEMPLADA COM O OLHAR DE MARIA'
"
Maria é aquela que nos acompanha na escuridão da noite até o clarear do novo dia”

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Criado em 30 de março de 2005

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com o www.tercodoshomens.org.br que é o mesmo 
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75 ANOS DE GRAÇAS E BÊNÇÃOS no Brasil e no mundo

LITURGIA DIÁRIA

PÁGINA INICIAL

Liturgia Diária - tirada dos sites: leituras do www.catolicanet.com., , do www.cnbb.org.br, da Liturgia Diária e reflexões do www.claret.com.br
29/01/12 - 4º Domingo do Tempo Comum - verde - se após as Leituras desejar rezar o Terço (Rosário) reze os Mistérios Gloriosos - clique
Oração da Manhã
Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Senhor Deus, nosso Pai, nós cremos em vos, nós esperamos em vos, nós confiamos em vos e nós vos amamos. Nós vos agradecemos este dia que começa e vos damos graças, por que estamos com vida e vos oferecemos este dia com todas as nossas alegrias e sofrimentos, com todos os nossos trabalhos e divertimentos. Guardai-nos do pecado e fazei de nós um instrumento de vossa paz e de vosso amor. Ajudai-nos a observar vossos mandamentos e dai-nos a sabedoria e as condições necessárias para trabalharmos por vós.

Amém.
Introdução
- Vamos escutar o que Jesus tem a nos dizer. Atentos acolhemos seu ensinamentos e e reconhecemos sua autoridade de Filho de Deus. Somos convocados para celebrar o nome santo do Senhor, que vai nos alimentar com a eucaristia e nos fortalecer para o compromisso com seu reino.
Antífona da entrada
- Salvai-nos, Senhor, nosso Deus, reuni vossos filhos dispersos pelo mundo, para que celebremos o vosso santo nome e nos gloriemos em vosso louvor (Sl. 105, 47) 
Liturgia a Palavra - Deus nos fala
- O profeta tem a missão de transmitir a palavra de Deus. Mostra assim o significado dos acontecimentos e das situações à luz do projeto divino. Busca animar a realidade pela força que provém dessa palavra.
Primeira Leitura: Dt. 18, 15-20 - Farei surgir um profeta e porei em sua boca as minhas palavras
Leitura do Livro do Deuteronômio

Moisés falou ao povo dizendo:
15o Senhor teu Deus fará surgir para ti, da tua nação e do meio de teus irmãos, um profeta como eu: a ele deverás escutar.
16Foi exatamente o que pediste ao Senhor teu Deus, no monte Horeb, quando todo o povo estava reunido, dizendo: 'não quero mais escutar a voz do Senhor meu Deus, nem ver este grande fogo, para não acabar morrendo'.
17Então o Senhor me disse: 'está bem o que disseram.
18Farei surgir para eles, do meio de seus irmãos, um profeta semelhante a ti. Porei em sua boca as minhas palavras e ele lhes comunicará tudo o que eu lhe mandar.
19Eu mesmo pedirei contas a quem não escutar as minhas palavras que ele pronunciar em meu nome.
20Mas o profeta que tiver a ousadia de dizer em meu nome alguma coisa que não lhe mandei ou se falar em nome de outros deuses, esse profeta deverá morrer'..


- Palavra do Senhor
- Graças a Deus
Responsório: Sl. 94
R. Não fecheis o coração, ouvi, hoje, a voz de Deus!

R. Não fecheis o coração, ouvi, hoje, a voz de Deus!

1. Vinde, exultemos de alegria no Senhor, / aclamemos o Rochedo que nos salva! / Ao seu encontro caminhemos com louvores, / e com cantos de alegria o celebremos! - R.

2. Vinde adoremos e prostremo-nos por terra, / e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! / Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor, / e nós somos o seu povo e seu rebanho, / as ovelhas que conduz com sua mão. - R.

3. Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: / 'não fecheis os corações como em Meriba, / como em Massa, no deserto, aquele dia, / em que outrora vossos pais me provocaram, / apesar de terem visto as minhas obras'. - R.
Segunda Leitura: 1ª Cor. 7, 32-35 - A jovem solteira se ocupa com as coisas do Senhor, para ser santa

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios

Irmãos:
32eu gostaria que estivésseis livres de preocupações. O homem não casado é solícito pelas coisas do Senhor e procura agradar ao Senhor.
33O casado preocupa-se com as coisas do mundo e procura agradar à sua mulher
34e, assim, está dividido. Do mesmo modo, a mulher não casada e a jovem solteira têm zelo pelas coisas do Senhor e procuram ser santas de corpo e espírito. Mas a que se casou preocupa-se com as coisas do mundo e procura agradar ao seu marido.
35Digo isto para o vosso próprio bem e não para vos armar um laço. O que eu desejo é levar-vos ao que é melhor, permanecendo junto ao Senhor, sem outras preocupações.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus!

Aclamação
- Aleluia, aleluia, aleluia! (bis)
-
O povo que jazia nas trevas viu brilhar uma luz grandiosa; a luz despontou para aqueles que jaziam nas sombras da morte (Mc. 4, 16)
Evangelho: Mc. 1, 21-28 - Ensinava como quem tem autoridade - homilia ao vivo
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Marcos
- Glória a vós, Senhor.

21Estando com seus discípulos em Cafarnaum, Jesus, num dia de sábado, entrou na sinagoga e começou a ensinar.
22Todos ficavam admirados com o seu ensinamento, pois ensinava como quem tem autoridade, não como os mestres da Lei.
23Estava então na sinagoga um homem possuído por um espírito mau. Ele gritou:
24'que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus'.
25Jesus o intimou: 'cala-te e sai dele'!
26Então o espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito e saiu.
27E todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: 'o que é isto? Um ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem'!
28E a fama de Jesus logo se espalhou por toda a parte, em toda a região da Galiléia.


- Palavras da Salvação
- Glória a vós Senhor

Reflexão do site www.claret.com.br: A sua fama espalhou-se...
A palavra Deuteronômio vem de Deuteros = segundo + nomos = lei. É a segunda versão da legislação mosaica. O Deuteronômio foi elaborado a partir de pequenos fragmentos que foram compilados pelo autor ou os autores ao longo de mais de 600 anos. O material que conhecemos teve origem muita diferente. Uma parte pertence à grande tradição oral que a confederação de tribos empregou para regular a aplicação da justiça no interior da comunidade e entre as tribos durante o tempo dos Juízes. Outra parte provem das tradições do reino do Norte, elaborada por grupos que se opunham à monarquia e propunham legislações alternativas para tratar de mudar o despótico governo instalado na Samaria. Outra parte é elaboração de tradições orais do reio do Sul, vigentes nos tempos do rei Josias. Esta diversidade foi reelaborada pelos sacerdotes e sábios depois do desterro até alcançar a forma que conhecemos hoje.

O documento teve várias edições nas quais foi sucessivamente ampliado. Insiste na necessidade de viver relações humanas justas. A lei não é, nesse documento, um conjunto de decretos isolados. Cada preceito está em função de defender a vida e a dignidade de cada pessoa na comunidade. A lei expressa a vida íntima da comunidade, a necessidade de que cada pessoa tenha o mínimo para sobreviver e ninguém viva em uma situação de constrangimento e miséria. Deste modo, a lei deixa de ser uma obrigação e passa a ser um “dom” outorgado por Deus a todo o povo. Este dom ou aliança se fundamenta no direito de cada família de possuir o mínimo necessário, isto é, um pedaço de terra onde pudesse cultivar e onde pudesse viver sem ser uma carga para os demais: “como Javé fez deste país um dom para sue povo, ninguém pode apropriar-se da terra” (Dt. 15, 4).

Para este autor, a aliança, a lei ou o “dom”, deve ser interiorizada. A convivência no país que Deus deu ao povo peregrino exige uma mudança de mentalidade que se traduz em uma organização social onde o direito divino prevalece sobre todas as instituições. O central deste direito é a justiça entre as pessoas, entendida como fundamento da convivência social. “O rei deve ser irmão e não se valer de interesses e vantagens pessoais. Este abrir-se generosamente aos outros é o que demonstra a pertença a Javé e o que permite a pertença a este povo”.

Nesta mesma linha se situa a promessa acerca do profeta vindouro. Esse profeta é comparado ao Moises. Não vem lembrar ao povo uma ou outra coisa. O profeta vem para indicar qual é o rumo que o povo deve seguir. O profeta se preocupará em manter vivo o Espírito da Lei, tema em que o Deuteronômio insiste, de modo que não se converta em uma mera formalidade, mas que expresse as necessidades vitais da comunidade e de cada ser humano.

O Deuteronômio dá inicio a uma tendência que Jesus levará adiante. Para Jesus e em geral para todos os profetas, o fundamental da lei é preservar a dignidade, a intimidade e o valor de cada ser humano, o direito a viver em uma comunidade onde seja valorizado pelo que é e não por aquilo que a pessoa possui. Desse modo, a legislação deixa de ser um preceito que rege alguma coisa em particular, e se converte em expressão das necessidades vitais do ser humano. A isto a Bíblia chama “levar a Lei o coração”.

Esta nova maneira de ver a lei é a que aplica Paulo na carta aos coríntios. Ele aconselha, sugere, opina, exorta e admoesta tendo em conta a situação da comunidade, no aspecto social e a situação da pessoa na situação da comunidade. Não impõe critérios rígidos que sufoquem a consciência das pessoas, mas que busca que cada pessoa esteja a vontade com sua situação.

A comunidade, preocupada pelas opiniões adversas em relação ao matrimonio, pergunta ao apóstolo Paulo: será preferível não casar? Para Paulo o importante é que cada pessoa da comunidade cristã se sinta a vontade e motivada para servir. Por isso sua mensagem não origina os que estão casados, mas se preocupa pelos judeus e pelos escravos. Os judeus para que ao reneguem sua cultura e tradições, porém que tampouco a imponham aos demais. Aos escravos os anima a não desanimar por sua condição e a buscar uma oportunidade para libertar-se. Desse modo, ninguém pode se sentir nem superior nem interferir aos outros. Todos são iguais porque no interior da comunidade se respeita a diferença. Este é o principio da igualdade.

Em todos caso, situações, estados civis, posicionamentos sociais... Paulo insiste na urgência de buscar um caminho para viver a liberdade que Cristo nos deixou e, sendo livres, preparar a irrupção do Reino.

Senhor volta quando a comunidade, já livre das travas sociais, culturais ou ideológicas, dá testemunho de um modo de viver alternativo e libertador.

Esta capacidade para discernir cada situação em particular, foi uma das coisas que a multidão mais admirou em Jesus. Enquanto outros mestres e líderes respondiam com exaustivas explicações e citações de códigos, preceitos e doutrinas, Jesus respondia com a verdade simples e singela.

Jesus estava interessado na situação particular de cada ser humano: em suas enfermidades, nas idéias que atormentavam as pessoas, nas coisas que impediam as pessoas de serem livres e espontâneas. Este interesse não obedecia a um interesse político subjacente, mas a uma genuína valorização de cada pessoa que encontrava no caminho. Muitos movimentos e grupos mostram interesse pelos indivíduos enquanto estes servem a seus interesses proselitistas, enquanto são seus adeptos, porém, logo que não precisam deles, os ignoram e os marginalizam. Jesus se manifestou abertamente contra este modo de agir e o declarou abertamente: o sábado, ou seja, a lei, os costumes, tudo que foi prescrito está a serviço de cada ser humano e não o contrario.

Precisamente, sua luta contra os demônios foi uma luta contra as ideologias instaladas nas sinagogas, que buscavam um messias glorioso, um militar implacável, um reformador religioso. Jesus nunca se identificou com estes propósitos. Por esta razão, intima os “espíritos imundos” ou as ideologias opressoras a guardar silencio e a não tratar de seduzi-lo com falsas aclamações e reconhecimentos.

O povo simples reconhecia a luta conta o formalismo da lei e a ideologia que a sustentava. A proposta de Jesus liberta da pesada carga moral, econômica e cultural que supunha cumprir os mais de seis mil preceitos que estavam em vigor para regular todos os aspectos da vida pessoal e comunitária. Muita gente se perguntava: não será este homem o novo legislador? Não será o homem prometido, o novo Moisés? Não será a proposta de Jesus, o Reinado de Deus, a “nova Lei”? Por que suas ações libertadoras e sua luta contra o mal é tão eficaz?

Hoje a nossa pergunta é: temos seguido a proposta de Jesus para que cada ser humano tenha o seu valor inalienável? Cremos que nossa tarefa ou missão, como anunciadores da boa nova, é ajudar a todos os seres humanos a libertarem-se das amarras que não permitem crescer com liberdade e espontaneidade? A boa nova de Jesus tem caráter normativo para mim, ou o consideramos superficialmente como se faz com o noticiário de cada dia?

Oração

Ó Deus Pai, tu que nos amas até o extremo, ensina-nos a amar os demais com todas as forças e que nosso amor não seja de boas palavras mas se traduza em obras de justiça, de amor e de serviço em favor de todas as pessoas.
Por Cristo, nosso Senhor.

Amém.
2ª Reflexão feita por: Rev. D. Jordi CASTELLET i Sala (Sant Hipòlit de Voltregà, Barcelona, Espanha)
«Um ensinamento novo, e com autoridade»

Hoje, Cristo dirige-nos o seu grito enérgico, sem dúvidas e com autoridade: «cala-te, sai dele»! (Mc. 1, 25). Disse-o aos espíritos malignos que vivem em nós e que não nos deixam ser livres, tal como Deus nos criou e desejou.

Se repararmos, os fundadores das ordens religiosas, a primeira norma que põem quando estabelecem a vida comunitária, é a do silêncio: numa casa onde se tenha que rezar, há de reinar o silêncio e a contemplação. Como diz o ditado: «o bem não faz ruído; o ruído não faz bem». Por isto, Cristo ordena àquele espírito maligno que se cale, porque a sua obrigação é render-se diante de quem é a palavra, que «se fez carne, e habitou entre nós» (Jo. 1, 14).

Mas é certo que com a admiração que sentimos diante do Senhor, se pode misturar também um sentimento de suficiência, de tal maneira que cheguemos a pensar tal como Santo Agostinho dizia nas próprias confissões: «Senhor, faz-me casto, mas ainda não». A tentação é a de deixar para mais tarde a própria conversão, porque agora não encaixa com os nossos próprios planos pessoais.

O chamamento ao seguimento radical de Jesus Cristo é para o aqui e agora, para tornar possível o seu reino, que irrompe com dificuldade entre nós. Ele conhece a nossa tibieza, sabe que não nos gastamos fortemente na opção do Evangelho, mas que queremos contemporizar, ir tirando, ir vivendo, sem alarido e sem pressa.

O mal não pode conviver com o bem. A vida santa não permite o pecado. «Ninguém pode servir a dois senhores; porque odiará um e amará o outro» (Mt. 6, 24), disse Jesus Cristo. Refugiemo-nos na árvore sagrada da Cruz e que a sua sombra se projete sobre a nossa vida, e deixemos que seja Ele quem nos conforte, nos faça entender o porquê da nossa existência e nos conceda uma vida digna de Filhos de Deus.
3ª Reflexão feita por: Balduíno de Ford (? - c. 1190), abade cisterciense, depois bispo - Homilia sobre Heb 4,12; PL 204, 451-453
«Jesus repreendeu-o, dizendo: 'cala-te e sai desse homem'»

«A Palavra de Deus é viva e eficaz, mais penetrante que uma espada de dois gumes» (Heb. 4, 12). Com estas palavras, o apóstolo mostra toda a grandeza, força e sabedoria da Palavra de Deus aos que procuram a Cristo – a Ele que é a palavra, a força e a sabedoria de Deus. [...] Quando pregamos esta Palavra de Deus, essa pregação dá à palavra exteriormente perceptível a força da Palavra interiormente percebida. Assim, os mortos ressuscitam (Lc. 7, 22) e este testemunho faz surgir novos filhos de Abraão (Mt. 3, 9). Esta Palavra é, por conseguinte, viva. É viva no coração do Pai, viva nos lábios do pregador, e viva nos corações cheios de fé e de amor. E, porque é uma Palavra viva, não há nenhuma dúvida de que também é eficaz.

Ela age com eficácia na criação do mundo, na sua governação e na sua redenção. O que poderá ser mais eficaz ou mais forte do que ela? «Quem poderá contar as obras do Senhor e apregoar todos os seus louvores»? (Sl. 106, 2). A eficácia desta Palavra manifesta-se nas suas obras; manifesta-se também na pregação. Porque ela «não volta sem ter produzido o seu efeito» (Is. 55, 11), mas aproveita a todos a quem foi enviada.

A Palavra é, por conseguinte, eficaz e mais penetrante que uma espada de dois gumes, quando é recebida com fé e amor. Com efeito, nada é impossível para quem crê, e nada é duro para quem ama.
Profissão de Fé 
Creio em Deus Pai todo-poderoso, / criador do céu e da terra. / E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, / que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; / nasceu da Virgem Maria; / padeceu sob Pôncio Pilatos, / foi crucificado, morto e sepultado. / Desceu à mansão dos mortos, / ressuscitou ao terceiro dia, / subiu aos céus; / está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, / donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. / Creio no Espírito Santo; / na Santa Igreja Católica; / na comunhão dos santos; / na remissão dos pecados; / na ressurreição da carne; / na vida eterna.
Amém.
Preces dos Fiéis
Pr. - Irmãos e irmãs, confiantes apresentemos a Deus nossas súplicas, dizendo

As. - Senhor, escutai nossa prece

1. Pela Igreja, que busca no senhor discernimento em sua missão, rezemos

2. Pelos profetas de hoje que, com fidelidade, anunciam a vontade de Deus, rezemos
 
3. Pelos jovens que se preparam para assumir uma vocação, rezemos

4. Pelos professores que ensinam com convicção valores que promovem dignidade humana, rezemos

5. Pelos que acolhem com alegria os ensinamentos de Jesus, rezemos

Intenções pessoais

Pr. - Senhor Jesus, que dissestes: o reino está próximo, convertei nosso coração e fazei que saibamos vos seguir com generosidade e alegria. Vós que viveis e reinais para sempre.

Amém.

 O Terço (Rosário) dos Homens não exige nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus participantes, o que faz com que seus membros se sintam livres, e a liberdade dá ao homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as transformações se sucederem de modo espontâneo causado pelo contato que os mesmos passam a ter com Deus por intercessão de Maria Santíssima que sempre foi e será nossa Mãe.

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