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A
Santa Missão de Nossa Senhora em prol da Família |
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Um campo que obstaculiza a
liberdade interior são nossas ataduras que nos escravizam às coisas. O Pai e Fundador
costumava comentar que fazemos muitas concessões ao mundo. E assim condenamos a nós
mesmos e aos que nos rodeiam, à mediocridade.
Não podemos servir a dois amos, não podemos servir a Deus e ao dinheiro (Mt
6,24), nos adverte Jesus. Hoje em dia é enormemente difícil viver no meio do mundo e
não sucumbir diante o espírito do mundo. Os santos o comparam com uma teia de aranha que
aprisiona os homens e não os solta mais.
O Schoenstattiano,
Um homem diferente dos demais
Se quisermos resumir um pouco a imagem desse homem novo que há de criar um mundo novo,
havemos de dizer que é um homem diferente, um homem que vive de maneira distinta dos
demais. Teremos que atuar de forma diferente no matrimônio, na vida familiar, nos
negócios, na empresa, na política, na relação com os homens. Nisso tudo deveremos
distinguir-nos dos demais.
Os primeiros cristãos tiveram a audácia de ser distintos. E por isso criaram um mundo
novo, um mundo impregnado pelos valores cristãos. Ser diferentes significa muitas vezes,
passar por loucos, assim como os primeiros cristãos passaram por loucos. Significa
também lutar contra o pecado em todas as suas formas, começando por si mesmo, mas
também lutar contra muitas situações de pecado no mundo que nos rodeia.
È por isso que os primeiros cristãos diziam: Non sine sanguine, não sem
sangue. O mundo não se transforma o Reino de Deus não avança sem sangue. E pode ser que
em alguns casos Deus permita também o sangue do martírio. O P. Fundador esteve a ponto
de derramar esse sangue.
O Padre foi um homem que lançou as bases para um mundo novo e uma Igreja nova, ao preço
de muita dor e sacrifício.
Ele passou por todas as lutas imagináveis. E ele pode ser fundamento para um mundo novo
porque venceu em si mesmo os problemas do mundo novo.
E então, apesar de tudo, temos que atrever-nos a ser distintos, a passar por loucos, a
lutar contra o mal em nós mesmos e assim viver antecipadamente o mundo de amanhã.
Estilo de vida
Por outro lado é necessário que cultivemos consequentemente um estilo de pobreza
evangélica em nossa vida. Deus nos pede conquistar um estilo de vida austero, centrado em
ser mais e não em ter mais, centrado em confiar em Deus e na sua providencia e não em
nossos bens.
Por isso, havemos de criar um novo estilo de vida, mais simples, mais forte. Pensemos por
exemplo em nossa vestimenta, nossa comida, nosso estilo de festas, nossas férias, nossas
casas, nossos bens, nossos veículos, etc.
Também em nossos grupos devemos buscar formas concretas para poder crescer na
simplicidade e sobriedade, no desprendimento e no compartilhar solidário. Um membro da
Família de Schoenstatt não pode deixar-se guiar neste campo pela sociedade de consumo,
pela cultura materialista e secular. Nisso temos que ser homens diferentes, homens que
vivem de maneira diferente.
Devemos nos distinguir dos demais por nosso estilo de vida simples e sóbrio, por nossa
independência da sociedade de consumo.
Perguntas para a reflexão
Em que nos diferenciamos dos demais?
Como é nosso nível de vida?
Em que medida nós estamos influenciados pela sociedade de consumo?
Se deseja comentar o texto ou dar seu testemunho, escreva para: pn.reflexiones@gmail.com
Tradução: Lena Barros de Ortiz. União de Familias no Paraguay |
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Terço dos
Homens, uma campanha em prol das famílias do Brasil e do mundo.
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