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A
Santa Missão de Nossa Senhora em prol da Família |
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A vivência, a relação
pessoal com o Fundador é um dom. É uma graça que contem uma experiência que ninguém
nos pode dar. Temos que conquistar-la cada um: encontrar-se, viver sua história com Ele e
querer-lo pessoalmente na medida em que experimente seu carinho. Cedo ou tarde, a cada
schoenstattiano chegará esse momento de graça.
O que podemos fazer concretamente para que se nos de essa graça? Como podemos abrir-nos a
graça de um profundo arraigo no PF?
1. Conhecer-lo. É difícil, querer a alguém a quem não conhecemos bem. O primeiro passo
é conhecer o P. F., interessar-nos por ele, abrir-nos a sua pessoa. Para muitos é
difícil ler e estudar, mas é a melhor maneira de conhecer-lo a fundo, sua pessoa, sua
vida e sua obra. Se, queremos aproximar-nos ao Padre Fundador, havemos de fazer esse
esforço.
Assim descobriremos que o sentido mais profundo de sua vida era ser Pai. No
decorrer dos anos podemos ver como cresceu e se desenvolveu essa graça da paternidade que
Deus lhe concedeu.
Ele sentia e dizia que seu ser pai foi o núcleo de sua personalidade e missão.
Deus nos deu assim um Fundador cujo carisma pessoal foi o de irradiar esse rosto de pai.
Deus Pai nos regalou um reflexo vivo de sua própria paternidade.
Estudando a vida do P. Kentenich, podemos descobrir outro traço essencial de sua
personalidade: diante dos homens, ele era e queria ser sempre pai, mas diante de Deus
sentia-se sempre como criança, como a criança mais pequenina.
O homem maduro é filho e é também pai, é como uma ponte através da qual Deus
quer dar-se a nós. Esse é o ideal que o Padre predicou e encarnou durante toda sua longa
vida.
2. Reconhecer-lo. Conhecer e reconhecer não são a mesma coisa: p.ex. o diabo conhece a
Deus, mas não o reconhece. Em que sentido havemos de reconhecer-lo?
Como Cabeça da Família de Schoenstatt. Como tal tem uma posição de primazia
dentro da Família. Pessoalmente é o portador de uma grande missão, missão que entregou
a toda a Família. Mas foi ele quem a recebeu. Por isso, temos que reconhecê-lo e
aceita-lo como Cabeça, se quisermos pertencer a sua Família.
3. Seguir-lhe. Não é suficiente só reconhecê-lo. Devemos identificar-nos com ele e com
sua obra. Sua vida exemplar o autoriza ser nosso modelo. Porque ele á a melhor
encarnação do que Schoenstatt pretende: criar um homem novo, numa nova comunidade.
Havemos de ser fieis a seu espírito, seus princípios, sua missão. Só assim seremos
autênticos filhos seus que possam levar adiante sua obra.
4. Vincular-nos. O Padre, por seu lado, quer tomar contato com cada um de nós, nos busca
nos convida a aproximar-nos a ele. Devemos receber-lo, dar-lhe um lugar em nossa vida,
acolher-lo em nosso coração. Aceitar-lo como nosso pai, sentir-nos seus filhos. Assim
começaremos a compartilhar nossa vida com ele, assim como a compartilhamos com Maria.
Então vamos começar a dialogar com ele, contar-lhe nossas alegrias e penas,
lutas, êxitos e fracassos. Pediremos a ele conselho, ajuda. Vamos confiar nele e
rezar-lhe, p.ex. a novena. E então nos entregaremos também a ele, a seu cuidado e
proteção paternal, a sua mão condutora e educadora.
E o fruto de toda essa vinculação crescente ao Padre, é um arraigo profundo em seu
coração. Ali nos recebe a todos nós, nos faz saber e sentir como seus filhos queridos,
nos ampara em seu amor paternal. E, por sobretudo, nos leva ao coração de Deus, onde nos
sentiremos amparados e arraigados eternamente.
Perguntas para a reflexão
1. Rezo a novena do Padre?
2. Quanto conheço da vida do P. Fundador?
3. É um modelo para mim?
Se desejar comentar o texto ou dar seu testemunho, escreva para: pn.reflexiones@gmail.com
Tradução: Lena Barros de Ortiz. União de Familias no Paraguay |
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Terço dos
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